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Património Histórico

Igreja de Nossa Senhora da Purificação | Bucelas

Imóvel de Interesse Público

Tem como orago Nossa Senhora da Purificação. O templo, edificado na segunda metade do século XVI-1566 (data inscrita na porta) é de arquitetura gótica, renascentista e maneirista.

A decoração do interior é predominantemente maneirista, de acordo com os azulejos enxaquetados e das pinturas decorativas (composições de florões, volutas) nos arcos e abóbadas.

Largo Espirito Santo
2670 Bucelas
Telefone: 219 748 412
Correio eletrónico: executivo@jf-bucelas.pt
GPS: Lat.380 54´01,79” N Long. 90 07` 08,25” W Gr.

 

Igreja de Santa Iria

A construção primitiva é do século XIII, embora não existam vestígios desta época. O edifício atual data do séc. XVII. O seu interior está decorado com azulejos, que representam cenas da vida de São Pedro.

A capela-mor contém azulejos do século XVIII que retratam a lenda de Santa Iria, pinturas quinhentistas e duas tábuas do século XVII.

Rua de Angola
2690-344 Santa Iria de Azóia
Telefone: 219 566 303
Correio eletrónico: paraquia.santairia@gmail.com
GPS: Lat.380 50´44,91” N Long. 90 05` 12,91” W Gr.

 

Igreja de Santa Maria de Loures | Loures

Classificada como Monumento Nacional, foi construída no século XVI no local onde existiu um templo medieval, de que subsistem lápides funerárias encontradas no adro que serviu de cemitério. No final do século XVII, integrava uma torre sineira (1620), a torre do relógio (1680) a sacristia (1695) e uma casa da Irmandade do Santíssimo Sacramento. Atualmente, só existem a torre sineira e a casa da irmandade onde funciona a sacristia. O projeto da igreja, de autor desconhecido, apresenta características arquitetónicas de grande erudição de que são testemunho os portais. O interior apresenta três naves com arcos assentes em colunas decoradas com motivos vegetalistas (brutescos). Os retábulos laterais apresentam pinturas de Diogo Teixeira (1565-1612) e Simão Rodrigues (1583-1629), André Reinoso (1610-1641) e Bento Coelho da Silveira (1678-1708). A capela-mor foi revestida no século XVIII com mármores embrechados de várias cores e com um retábulo-mor de talha dourada, do mestre Bento da Fonseca de Azevedo.

Largo da Igreja, Rua Fria, 1
2670-400 Loures
Telefone: 219 831 782/219 833 176
Correio eletrónico: ictus.up@gmail.com
GPS: Lat.380 49´55,83” N Long. 90 10` 43,96” W Gr.

 

Igreja de Santo Antão do Tojal

Foi fundada no século XIII e reedificada em 1554 pelo arcebispo de Lisboa, D. Fernando Vasconcelos e Menezes, e reconstruída em 1730 pelo primeiro patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida. Na fachada destacam-se, ao centro, a imagem de Nossa Senhora da Conceição e um frontão encimado pela cruz arquiepiscopal, do lado esquerdo a imagem da rainha Santa Isabel e, do lado direito, a de São Bruno. A torre sineira, coroada nos quatro lados, dispõe de três sinos do século XVIII. Na galilé pode observar o revestimento de azulejos setecentistas.

O interior é simples, pois sofreu muitos danos na I República.

Rua Padre Adrião
2660-119 Santo Antão do Tojal
Telefone: 968 657 807
Correio eletrónico: ictus.up@gmail.com
GPS: Lat.380 51´04,79” N Long. 90 08` 26,51” W Gr.

 

Igreja de Santo António | Moscavide

Esta igreja matriz, de linhas modernas, foi construída em 1855/56, tendo sido na época integrada no movimento de renovação litúrgica. A fachada possui azulejos de Cargaleiro e no interior destacam-se um vitral e um baldaquino, ambos da autoria de José Escada, uma escultura de Santo António, esculpida por Lagoa Henriques e um crucifixo de estilo moderno de Hélder Baptista.

Av. de Moscavide, 84
1885-063 Moscavide
Telefone: 219 442 067
Correio eletrónico: paroquiademoscavide@gmail.com
Sitio: www.paroquiademoscavide.org
GPS: Lat.380 46´45,49” N Long. 90 06` 08,25” W Gr.

 

Igreja de São João Baptista

Este templo quinhentista sofreu diversas modificações ao longo dos anos, como se pode observar na pirâmide que coroa a torre sineira do século XVI e na fachada de final do século XVIII, princípio do século XIX.

No seu interior, de uma só nave, destacam-se a pia batismal, as lajes sepulcrais, as pedras de armas com inscrição sepulcral do século XVI e os azulejos azuis e brancos que revestem a capela-mor do século XVII.

Rua da Igreja
2695-708 São João da Talha
Telefone: 219 556 639
GPS: Lat.380 52´57,57” N Long. 90 09` 10,04” W Gr.

 

Igreja de São Julião e Santa Basiliza | Frielas

A primeira referência a este templo data de 1191, tendo sido restaurado após o terramoto de 1755. O portal representa um frontão neoclássico (séculos XVIII/XIX). No seu interior, de uma só nave, com o teto de madeira pintado, pode ser observada a capela-mor com uma cobertura em abóbada.

Largo D. Fernando I
2660 Frielas
Telefone: 219 884 366
GPS: Lat.380 52´57,57” N Long. 90 08` 31” W Gr.

 

Igreja de São Saturnino | Fanhões

Este templo, de uma só nave, data de 1575, foi restaurado em 1796, após o terramoto. No interior, destacam-se o coro joanino, assente em duas colunas de mármore, a pia batismal e os painéis de azulejos dos séculos XVI e XVII. Durante a Implantação da Republica foi saqueado e incendiado.

Praça 5 de Outubro
2660 Fanhões
Telemóvel: 968 657 807
Correio eletrónico: ictus.up@gmail.com
GPS: Lat.380 52´57,57” N Long. 90 09` 10,04” W Gr.

 

Igreja de São Silvestre

Neste templo seiscentista podem observar-se a torre arcaica e a porta gótica da torre sineira, que denunciam uma fundação anterior.

O interior, de uma só nave, em abóbada de berço. Repare à entrada na pedra sepulcral e nas inscrições tumulares do século XVII.

Na capela-mor destacam-se o retábulo de talha dourada do século XVII e os dois anjos que seguram a custódia. Os altares colaterais têm interessantes retábulos, também seiscentistas.

Largo de São Silvestre
2680-445 Unhos
Telefone: 219 411 977
Correio eletrónico: luismag2@clix.pt
Sitio: www.paroquiaunhoscatujal.com
GPS: Lat.380 49´35,38” N Long. 90 07` 28,57” W Gr.

 

Igreja de São Tiago Maior | Camarate

Imóvel de Interesse Público

Esta igreja tem o nome do primeiro evangelizador da Península Ibérica. Construída sobre uma capela do século XIV, a atual Igreja data do século XVII, com estrutura e decoração da época. É composta por nave única e capela-mor retangular. A nave tem teto de masseira, em caixotões com composições figuradas, e é revestida a azulejos enxaquetados verdes e brancos. Tem quatro capelas colaterais com retábulos em talha dourada, intercaladas por tribuna com balaustrada e púlpito no lado do evangelho.

Praça 1.º de Maio
2680-124 Camarate
Telefone: 219 471 579
Correio eletrónico: paroquiadecamarate@sapo.pt
GPS: Lat.380 48´05,01” N Long. 90 07` 45,88” W Gr.

 

Igreja Matriz Paroquial de Santa Maria Sacavém

Este templo tem como orago Nossa Senhora dos Mártires e da Conceição, pertencia ao Convento com o mesmo nome, tendo a sua construção sido iniciada em 1596. Templo de uma só nave possui azulejos estilo D. João V, que representam a mãe de Jesus, fabricados na Fábrica de Loiça de Sacavém. Os azulejos originais da igreja representavam José do Egito. A taça maior, de mármore, reza a tradição que veio de casa do Alcaide Mouro.

Praça da República
2685 Sacavém
Telefone: 219 410 345
Correio eletrónico: pnsp.sacavem@gmail.com
GPS: Lat.380 47´49,05” N Long. 90 06` 19,22” W Gr.

 

 

Igreja Paroquial de Cristo Rei | Portela

Este templo, de linhas modernas, foi inaugurado em 1992, da autoria do arquiteto Luiz Cunha. A cúpula lembra uma coroa régia e a torre sineira possui um carrilhão com 14 sinos. O interior é composto por um corpo central, com mais dois corpos com quatro pisos cada. Aqui deve observar com especial atenção a capela do Santíssimo, com o sacrário inspirado num templo grego; os 16 painéis que retratam a história da salvação; os quatro painéis centrais inspirados no livro do Apocalipse; a pia batismal, onde se lê “Fons Savatoris” – Fonte salvadora; e as imagens de São João Baptista, Jesus Crucificado, Cristo Rei, São Lucas, São Marcos, Santo António, São José e Rainha Santa Isabel.

Av. dos Descobrimentos, 4
2685-194 Portela
Telefone: 219 443 724 | 219 444 872
Correio eletrónico: cristoreiportela@gmail.com
GPS: Lat.380 46´53,74” N Long. 90 06` 37,73” W Gr.

 

Igreja Paroquial de S. Pedro | Lousa

A data mais antiga que se conserva visível é 1546, inscrita numa porta lateral de estilo manuelino. É um templo de linhas simples, que foi restaurado no século XIX. No seu interior destacam-se os rodapés altos de painéis de azulejos do século XVIII da capela-mor, que representam cenas bíblicas, e duas telas da mesma época, que representam cenas da vida da Virgem. Realce também para a imagem de Santa Quitéria.

Largo 5 de Outubro
2670-755 Lousa
Telefone: 219 855 269
Correio eletrónico: paroquiadelousa@gmail.com
GPS: Lat.380 53´22,33” N Long. 90 12` 23,21” W Gr.

 

Igreja Paroquial de São Julião do Tojal

Templo de linhas simples, cujas origens remontam provavelmente ao século XVII, tendo sido mandado construir por religiosos do Mosteiro de S. Vicente de Fora. O seu interior possui azulejos dos séculos XVII e XVIII, destacam-se a imagem da Santíssima Trindade em pedra policromada do século XVI, a pia batismal do século XVII, as telas das paredes laterais dos séculos XVI e XVII e a cripta subterrânea em mármore, com brasão de armas emoldurado a mármore vermelho de 1609, na capela lateral.

Igreja Paroquial – Largo da Igreja
2660-406 São Julião Do Tojal
Telefone: 219 731 412
Correio eletrónico: ictus.up@gmail.com
Sitio: ictusparoquiasup4.webnode.pt/
GPS: Lat.380 53´22,33” N Long. 90 12` 23,21” W Gr.

 

CAPELAS

 

Capela Nossa Senhora Conceição da Pedra

Situa-se no lugar do Freixial, junto ao antigo palácio do Conde de Rio Seco, com um pequeno baixo-relevo representando a Nossa Senhora da Conceição. Já no séc. XVII foi ampliada no prolongamento do mesmo edifício. Na capela um portal encimado por uma cruz de pedra, ladeada por dois pináculos. O interior parece ser uma reconstrução do que teria sido um templo de planta centrada, pois a capela-mor tem a forma de um quadrado cujos lados são arcos de volta perfeita. As paredes são revestidas de azulejos azuis, brancos e amarelos.

O templo apresenta uma estrutura em alvenaria mista rebocada e pintada, apresentando abóbada de berço na área do salão e abóbada de barrete de clérigo na capela-mor. Todo o sistema é suportado por pilastras salientes laterais, com cornijamento simplesmente moldado com tijoleira e argamassa.

Rua Julie Mazens de Azevedo, 2, Bucelas
Telefone: 219 748 412
Correio eletrónico: executivo@jf-bucelas.pt
GPS: Lat.380 52´57,57” N Long. 90 09` 10,04” W Gr.

 

Santuário de Nossa Senhora da Saúde e Santo André

A ermida tem data incerta, mas é anterior a 1599. A sua invocação primitiva era Santo André. Foi hospital para doentes de lepra e serviu, igualmente, de albergaria a peregrinos. A mudança para Nossa Senhora da Saúde está ligada à peste que assolou Lisboa, em 1599. Arruinada com o terramoto de 1755, foi reedificada em 1756 e posteriormente restaurada em 1872.

Rua Largo 5 de Outubro 
2685 – Sacavém 
Telefone: 219 418 102
Correio eletrónico: geral@centrosocialsacavem.pt
Sitio: www.centrosocialsacavem.pt
GPS: Lat.380 52´57,57” N Long. 90 09` 10,04” W Gr.

 

CAMINHO DE FÁTIMA E SANTIAGO

O Caminho de peregrinação a Fátima e a Santiago entra no concelho de Loures em Sacavém, por uma das portas do Parque da Várzea e Costeiras de Loures, onde percorre 5,8 quilómetros, quase planos, junto ao rio Trancão, entre sapais e antigas salinas até ao concelho de Vila Franca de Xira.

O sossego, as paisagens pontuadas pela água, a diversidade de aves, os campos agrícolas onde a oliveira ainda predomina, a Igreja Matriz Paroquial de Sacavém e a vista da vila de Unhos, são alguns dos valores que convidamos a apreciar neste troço do Caminho.

 

 

ROTA HISTÓRICA DAS LINHAS DE TORRES

Recentemente reconhecido como Monumento Nacional, a Rota Histórica das Linhas de Torres (RHLT) é um produto cultural e turístico que convida o visitante a descobrir um património único na história da Europa, associado às Invasões Francesas, mas que integra muitos outros pontos de interesse para aqueles que a percorrem.

A RHLT é uma oferta que incorpora experiências muito variadas, desde a visita a sítios de valor patrimonial, à degustação de vinhos produzidos na região, ao deleite de uma gastronomia rica, à fruição de paisagens deslumbrantes!

O visitante pode escolher entre os vários percursos articulados em rede que abarcam uma vasta região, desde o rio Tejo à costa Atlântica, apoiados em Centros de Interpretação, que contextualizam o visitante no período histórico e social do património que visita. As fortificações do sistema defensivo militar, localizadas no concelho de Loures, estão inseridas nos seguintes circuitos: Nó das Linhas, Os Grandes Desfiladeiros, Alrota - Arpim e Ribas.

O visitante tem ao seu dispor o mapa e o guia que lhe permite eleger um ou mais percursos, ou poderá informar-se junto dos vários Centros de Interpretação, como por exemplo, o de Bucelas.

 

Centro de Interpretação da Rota Histórica das Linha de Torres

Localizado nas instalações do Museu do Vinho e da Vinha, este equipamento municipal promove, de modo interativo, o conhecimento sobre a Guerra Peninsular, com o objetivo de preservar a história, a cultura e a memória coletiva de um povo que, no início do século XIX, em esforço de guerra, esteve à altura dos acontecimentos e se uniu em prol de uma causa comum, erguendo um sistema de fortificações militares para garantir a defesa da cidade de Lisboa.

A partir deste equipamento poderá visitar as estruturas militares que integraram o sistema defensivo das Linhas de Torres no atual território de Loures.

Terça-feira a domingo | 10:00 » 13:00 | 14:00 » 18:00

Encerra às segundas-feiras e feriados.

Visitas gratuitas

Rua D. Afonso Henriques, 2 e 4 (EN 16)
2670-637 Bucelas
Telemóvel: 924 487 297
Telefone: 211 150 669
Endereço eletrónico: museu_vinho@cm-loures.pt; cilt@cm-loures.pt
GPS: Lat. +38° 54’ 06.21’’N, Long.-9° 07’ 12. 84’’ O

 

Forte do Arpim

O Forte do Arpim localiza-se na freguesia de Bucelas, numa zona próxima do limite do concelho que faz fronteira com o de Vila Franca de Xira. A sua posição estratégica permitia uma comunicação visual com outras fortificações, nomeadamente com o conjunto do Calhandriz e da Aguieira, num primeiro plano, mas também com as posições da Ajuda. Esta fortificação fazia parte da Primeira Linha Defensiva, sendo uma posição recuada da mesma e juntamente com outras, protegia o território entre a margem do Tejo e os Desfiladeiros de Calhandriz e de Bucelas.

Este forte apresenta uma planta poligonal rodeada por um fosso e é praticamente todo construído em terra, com exceção do paiol. Ainda no seu interior, existem cinco canhoneiras e um imponente paiol, no qual são visíveis os vestígios onde encaixavam as estruturas em madeira, bem como o sistema de drenagem das águas pluviais. No exterior destaque para o través em cotovelo que protege o seu acesso.

Coordenadas: 38.912348, -9.082180

 

Reduto da Ajuda Grande

O Reduto da Ajuda Grande está situado a norte da freguesia de Bucelas, perto da aldeia de Alrota numa plataforma que permite a visualização de uma vasta área. É um excelente local paisagístico e simultaneamente permite uma leitura da estratégia que teve na base da construção deste sistema defensivo.

Esta obra militar de campo inseria-se na Segunda Linha Defensiva e faz parte de um conjunto de fortificações que protegiam o território compreendido entre o Tejo e o Desfiladeiro de Bucelas, atravessado pela estrada de Vila Franca a Alverca e pela via do Sobral de Monte Agraço ao Tojal, passando por Arranhó e Bucelas.

Este Reduto apresenta uma planta composta, constituída por dois baluartes acoplados, com três acessos. É rodeado por um fosso, nalguns pontos escavado na rocha, possui no exterior um través em cotovelo que defende uma das entradas viradas a norte. No seu interior existe um paiol, um total de cinco canhoneiras e dois traveses, um deles também em cotovelo, que reforça a dinâmica defensiva das entradas.

Coordenadas: 38.937985, -9.128836

 

Reduto de Montachique

O Reduto de Montachique, situado no interior do Parque Municipal do Cabeço de Montachique, tinha como objetivo estratégico garantir a defesa do Desfiladeiro de São Gião. Juntamente com o reduto do Moinho assegurava o controlo da Estrada Real que vinha de Mafra. Na época das Guerras Peninsulares, ou também conhecidas por Invasões Francesas (1807-1810), a povoação de Montachique representava um lugar estratégico pela sua proximidade a muitas fortificações e, por essa circunstância, funcionou neste local um posto de abastecimento de víveres para as tropas anglo-portuguesas.

Coordenadas: 38.905469, -9.185062

 

Reduto de Ribas

O Reduto de Ribas é uma notável fortificação de campo, com vista magnifica sobre uma vasta região marcadamente rural. Implantado no topo da Serra de Ribas dominava o Desfiladeiro do Freixial e as estradas transitáveis que, na época, permitiam a ligação entre Montachique e Bucelas. Notável local para observar a paisagem circundante, que oferece no início de cada primavera, a possibilidade de contemplar várias espécies de orquídeas selvagens.

Esta obra militar fazia parte da Segunda Linha Defensiva e estabelecia contacto visual com várias posições militares, edificadas no Nó da Malveira e de Montachique.

O Escarpamento de Ribas, localizado nas proximidades, é exemplo de um tipo de obra militar que visava reforçar militarmente as barreiras naturais que constituíam os relevos. Na cumeada da Serra de Ribas ainda se podem observar os taludes artificiais, em alguns troços conservando o aparelho em pedra, que acentuavam uma inclinação com o propósito de impossibilitar a subida do invasor. Esta obra militar defensiva estende-se entre o Reduto de Ribas e o do Mosqueiro.

Coordenadas: 38.895401, -9.162005

 

Reduto do Mosqueiro

O Reduto do Mosqueiro também inserido na Segunda Linha Defensiva, articulava com um conjunto de outras obras militares que, com a Serra de Ribas constituíam uma barreira ao avanço do invasor. Este Reduto apresenta uma planta poligonal circundada por um fosso profundo que convidamos a caminhar durante a visita. A altura da contraescarpa ainda transmite a sensação de segurança para quem está no seu interior. Próximo deste local é visível o Cabeço de Montachique, o ponto mais alto do concelho de Loures, vestígios de uma chaminé vulcânica que na altura das Invasões Francesas foi usado para implantar um Poste de Comunicações. O sistema defensivo em causa incorporou não só uma rede de Estradas Militares que garantiam a mobilidade e o abastecimento, como também um sistema de comunicação baseado em semáforos óticos.

Coordenadas: 38.898839, -9.182748

 

 

Mercearia Santana

O edifício da Rua Almirante Reis nº 41-43, em Sacavém, conhecido por Mercearia Santana, é propriedade de António José Neves Montez. Ao longo de mais de 80 anos, foi a residência da família e um local de comércio frequentado pela população local. Em 2015, foi assinado um Acordo de Colaboração entre o proprietário e a Câmara Municipal de Loures que tem por objetivo devolver ao imóvel uma nova vivência, concretizada através de programas de atividades na vertente cultural, social e de solidariedade.

Atividades:

Segundo sábado de cada mês | 15:00 » 18:00
Mediante marcação prévia (48 de antecedência)
Visita gratuita
Rua Almirante Reis, nº 41 – 43
2685-103 Sacavém
Telefone: 211 151 082 / 211 151 083
Correio eletrónico: se_ceramica@cm-loures.pt
Sítio: www.cm-loures.pt
GPS: Lat. 38° 47’ 30.046’’N, Long. 9° 6’ 32.829’’ O

 

Reduto de Monte Sintra/Forte de Sacavém

Pequeno forte isolado, do século XIX/XX, destinava-se a reforçar as guarnições de uma das linhas defensivas da cidade de Lisboa. O seu fosso natural era o rio Trancão. Neste momento, aqui funciona o Sistema de Informação para o Património Arquitetónico, uma vez que as condições necessárias para a preservação da pólvora são exatamente as mesmas para a conservação de documentos.

Visitas guiadas nas primeiras segundas-feiras de cada mês 18 de abril e 18 de maio (Jornadas Europeias do Património Cultural)

Mediante marcação prévia (48h de antecedência)

Visita gratuita

Urbanização Real Forte
2685-141 – Sacavém
Telefone: 219 427 788
Correio eletrónico: jnreis@dgpc.pt
GPS: Lat. 38° 47’ 45.429’’N, Long. 9° 6’ 8.266’’ O

 

Sítio arqueológico de Frielas

O Sítio Arqueológico de Frielas, classificado como sítio de interesse público, integra uma villa de época romana, cuja componente arquitetónica revela um proprietário com relativo poder de compra. As cerâmicas, as moedas e os motivos decorativos dos mosaicos espelham gostos e estratégias de consumo das gentes que viveram nesta villa, entre os meados do século I d.C. até meados do século V d.C. A localização do sítio demonstra uma perceção dos recursos disponíveis no local, promovendo uma subsistência baseada na exploração agrícola, devido à existência de férteis terrenos, e dos recursos marinhos, pela presença da bacia hidrográfica do rio Trancão.

Destaque, ainda, para a Capela de Santa Catarina, construção contemporânea de D. Dinis, do século XIV, registando-se posteriores reconstruções (séculos XVII — XVIII), provavelmente pós-terramoto, a qual foi construída sobre as estruturas de época romana.

Visitas por marcação

Visitas gratuitas

Rua Quinta do Caiado
2660-066 Frielas
Telefone: 211 150 673
Correio eletrónico: se_conventinho@cm-loures.pt
Sítio: www.cm-loures.pt
GPS: Lat. 38° 49’ 36.249’’N, Long. 9° 8’ 37.126’’ O

 

 



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