A Câmara Municipal de Loures decidiu reforçar o apoio concedido aos bombeiros do concelho para o ano de 2015, com um acréscimo em termos financeiros de cerca de 50 mil euros.

As propostas foram aprovadas na Reunião de Câmara realizada a 18 de março, e visam conceder melhores condições às associações de bombeiros do Município.
Na proposta para a celebração de um protocolo de apoio ao associativismo e voluntariado em bombeiros está consagrado um aumento de 25 mil euros, a mesma quantia que se encontra estipulada para a manutenção de um grupo de intervenção permanente (GIPE).
Recorde-se que, já no ano de 2014, a Câmara Municipal tinha decidido aumentar em 60 mil euros as verbas para os bombeiros, o que perfaz um significativo aumento de 110 mil euros para as corporações, em apenas dois anos.
Jovens talentos
Foram também aprovadas as normas de participação da iniciativa JOV’ARTE – Bienal Jovem, concurso de artes plásticas que visa a divulgação de novos valores e estimular a criação artística inovadora.
Esta iniciativa destina-se a pessoas entre os 18 e os 35 anos, sendo que serão aceites a concurso obras nas seguintes categorias: 2D: pintura, fotografia, desenho, entre outras; 3D: escultura, cerâmica, instalação, entre outras; 4D: vídeo, performance, entre outras.
Centro de Recolha Oficial de animais
Foi igualmente aprovada a proposta relativa ao regulamento do Centro de Recolha Oficial (CRO) de animais. Este novo regulamento vai de encontro à nova postura municipal relativamente à questão do bem-estar animal no concelho de Loures.
Entre as muitas alterações ao documento atualmente em vigor, a proposta agora apresentada constitui um novo paradigma de responsabilidade e de ‘abertura’ do CRO ao exterior, tendo a sua elaboração sido orientada pela política de não abate dos animais, assumida por este Executivo, defendendo-se que a promoção das adoções responsáveis é o caminho a seguir em matéria de controlo de animais errantes.
Nesse sentido, são novidades face ao regulamento anterior, entre outras, a introdução do conceito de adoção responsável; a defesa da esterilização como meio privilegiado de controlo da população canina e felina; a limitação das situações em que a ocisão é permitida; e a introdução de novos apoios ao CRO, nomeadamente o voluntariado, através do Banco Local de Voluntariado e o apadrinhamento dos animais, bem como a aceitação de alimentação ou outros bens.